terça-feira, 12 de abril de 2011

Perdoa-nos

Perdoa-nos ó Deus, somos muitos e muitos semeando mais o mal do que o bem. Perdoa-nos ó Deus, pois o mal que semeamos tem se virado implacavelmente contra nós. Perdoa o sangue derramado sobre a terra dês de Abel... Perdoa-nos!
Perdoa o sangue derramado sobre a terra dês de Abel. Junte ó Deus nossos ossos secos, sopra a vida mais uma vez... Perdoa-nos ó Deus!
Perdoa-nos ó Deus pelo idealismo; o nazismo; o comunismo; o capital selvagem, impiedoso e inescrupuloso; a escravidão; a religião, sempre querendo te domesticar, te encaixotar, te fazer de empregadinho; perdão por tanto fariseu se dizendo filho teu que não convenceu e só dividiu, levando muita gente boa pro covil; perdoa-nos ó Deus pelo terrorismo; o holocausto; a pornografia; a pedofilia; a mentira; o dinheiro mal adquirido e não repartido; a descriminação racial e social, irracional. Perdoe-nos ó Deus!


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O amor que trasforma


Uma garota paraplégica cansou-se de suas muletas e das longas sessões de fisioterapia.
Certo dia, quando seu pai insistia com ela para que continuasse o tratamento, a menina jogou-se em seus braços e perguntou-lhe:
“-Papai, você não me ama do jeito que eu sou?”
O pai compreendendo a tristeza e a frustração da filha abraçou-a longamente, depois, disse-lhe:
“-Sim, querida, eu a amo assim como você é. Mas, tem uma coisa: eu a amo demais para permitir que você continue na condição em que está!”
Comentando este fato, Herbert Lugt diz: Deus ama a cada um de nós exatamente como somos – cheios de imperfeições. Ele nos ama até mesmo quando estamos sendo pressionados pelas mais diversas tentações. Ele nos ama porque aceitou-nos em Jesus, perdoando-nos. Todavia, Ele nos ama demais para permitir que continuemos onde estamos.
Deus quer transformar-nos!


(fonte: acho que é a www.ejesus.com sei lá)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Tem nomes de que vives e estás morto


Há muitos que se chamam de “cristãos”, mas o são apenas nominalmente, O senhor Jesus falou de pessoas que imaginariam servir a Deus matando justamente seus verdadeiros filhos: “Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributo a culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o pai, nem a mim” (Jo 16. 2-3).
Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, sem que aqueles que oram pertençam a Jesus. Eles reivindicam autoridade teológica, pensam servir a Deus, mas não conhecem nem o Pai nem Jesus Cristo. Isso aconteceu, por exemplo, na época das Cruzadas e da Inquisição. Hoje também existe uma teologia que reivindica toda autoridade para si e rejeita os que se baseiam na Palavra de Deus. Basta lembrar das muitas seitas e do islamismo, que afirma que Deus não tem um filho.
Já no século VII antes de Cristo, na época do profeta Jeremias, havia dignitários religiosos meramente nominais. Ouvimos o lamento de Jeremias: “os sacerdotes não disseram: onde está o Senhor? E os que tratavam a da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram pó Baal e andaram atrás de coisas sem nenhum proveito” (Jr 2.8).
Mesmo Cristão meramente nominal pode apostatar da fé. Quem com sua boa confessa ser cristão, mas não pratica o cristianismo no dia-a-dia, precisa aceitar que outros lhe perguntem se não está enganando a si mesmo.
Não é exatamente isso que vemos hoje? Muitos teólogos abandonaram a fé bíblica e correm atrás de convicções que não servem para nada. Eles se abriram para religiões e correntes espirituais que não têm absolutamente nada a ver com Jesus Cristo. Isso também, já aconteceu na época em que o povo de Israel peregrinou pelo deserto. Depois de ter louvado a grandeza e a soberania de Deus (Dt 32. 3-4), Moisés emendou uma declaração sobre os infiéis: “procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada” (v.5). Portanto, realmente é possível que aqueles que não são seus filhos se tornem infiéis a Ele.
É dito a respeito dos filhos de Eli: “Eram, porém, os filhos de Eli filhos de belial e não se importavam com o senhor... Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto eles desprezavam a oferta do Senhor” (1 Sm 2.12,17). Não reconheceram ao Senhor porque desprezavam o sacrifício. Enquanto uma pessoa (por mais cristã que se considere) desprezar o sacrifício de Jesus pelo pecado, não reconhecerá o Senhor.
Todos os israelitas saíram do Egito, mas da maior parte deles Deus não se agradou, motivo pelo qual tiveram de morrer no deserto (veja 1 Co 10. 1-12)

(fonte: www.chamada.com.br)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Jesus te ama!
seja você negro, seja você branco
você acreditando, e também não acreditando 
seja você homossexual, seja você heterossexual
seja você pecador, seja você "santo"
seja você gordo, seja você magro
seja você jovem, criança ou idoso
seja você analfabeto, seja você culto
seja você o que for, Jesus te ama!


"Deus ama toda a criatura, mas ele condena o pecado"

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Só guerreiros


O negocio amigo, é que hoje em dia ser crente VERDADEIRO é difícil e por isso eu acho um honra muito grande você ser diferente desse mundo perverso.
Você é separado, você resiste vários prazeres carnais por amor a Deus, você o adora em espírito e em verdade, você é pecador, claro, mas sempre se arrepende e volta atrás por que você não quer ficar longe desse Deus maravilhoso, muitas coisas e até ‘amigos’ dizem para você largar mão do evangelho e “viver”, muitas pessoas do mais alto nível intelectual dizem que Deus não existe e que você pode “viver” sem Deus, mas você O conhece intimamente e sabe que isso não significa nada, você sofre, mas isso não é capaz de te parar e você continua adorando esse Deus tremendo que está do seu lado nesse momento ruim. Tudo está na contra mão de Deus e na sua contra mão, mas você é crente e nunca para, mesmo com esse monte de obstáculos!
Nesses dias eu pensei muito sobre isso e cheguei a essa conclusão, se você é crente você é um guerreiro, um soldado de Deus, é uma coisa a se orgulhar. Minha mente está a mil, eu quero que as pessoas saibam que eu sou crente, eu que mais de Deus. Problemas? A eu tenho sim, mas isso pra mim não é nada, Deus é muito mais!
Crente não fica triste por que não faz determinadas coisas que a bíblia condena; As vezes uns colegas meus ficam falando que eu sou burro que não faço as coisas, eu sempre respondo “não faço porque não quero fazer”. Eu prefiro viver minha vida “quadrada” do que viver uma vida escravizada pelo pecado - se você não consegue parar é por que você está preso a isso, ou seja, está escravizado -. Eu não sou crente porque eu tenho medo de ir pro inferno, se você é assim você precisa se converter, eu não virei crente por que eu precisava de algo material ou por causa de problemas que eu passei, graças a Deus eu apenas me converti sem ter que acontecer nada na minha vida, eu simplesmente entrei na igreja e estou até hoje. Agradeço todos os dias por ser crente, por que eu vejo muitas pessoas que se desviam por qualquer coisa e penso “Como pode isso?”, pra mim, quando você conhece Deus de verdade não tem como você desistir, não tem como você abandonar o barco. Ateus se irritam comigo por causa disso, nunca conseguem me convencer porque  não há nada nesse mundo que me faça sair do caminho. É uma coisa que você só conhece vivendo. Ser crente é só para os guerreiros, para aqueles que são humildes o suficiente para declarar que são dependentes e que não vivem sem a presença de Deus. Se você é crente levanta a sua cabeça e se mostre para a batalha diária.


Separado, uma virtude! Eu morri, hoje eu vivo. 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

AMOR

Por que muitas pessoas têm más lembranças ao pensar nessa palavra, Se o amor é algo lindo e uma coisa prazerosa de se ter?

I CORÍNTIOS 13: 1-13
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
esses versiculos não falam apenas do amor de um homem para uma mulher ou vice versa, fala simplesmente do amor.

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O problema é que muitas pessoas se jogam de cabeça em possíveis relacionamentos eternos, fazem planos, sonham e deixam nascer esse sentimento forte que se chama amor. Aí chega o dia em que tudo aquilo acaba, e agora como fica?
Muitos corações partidos que se entregaram por inteiro a alguém que em um ato frio e impiedoso o deixou, o abandonou. Pessoas que hoje duvidam se existe esse AMOR verdadeiro que as pessoas sonham em receber assim como dão. Pessoas que precipitadamente começaram um romance, pessoas carentes que se deixaram levar por alguém que lhe deu carinho, pessoas que se deixaram enganar por um “eu te amo”, isso acontece muito com os jovens (jovens que por se decepcionarem com o “amor” sofrem consequências duradouras na vida, marca que é difícil de ser apagada), pessoas que amam e não são correspondidas.
A verdade é que o amor verdadeiro não morre, é o que está em I coríntios 13, amor é algo muito mais forte do que as pessoas pensam, é algo benigno! É certeza, é paciência, é compreensão, é sabedoria.
Devemos ter MUITA cautela e sensatez para encontrar a pessoa certa em quem depositar esse amor, porque hoje em dia é difícil, pois, as pessoas só querem prazer próprio e não estão nem aí pra nada. O amor não é EGOÍSTA!
Hoje em dia as pessoas brincam com essa palavra, hoje em dia “eu te amo” é distribuído pela rua de forma deliberada, o povo agora é Deus pra amar todo mundo, isso é ridículo. As pessoas “amam” pessoas que nem o conhecem você pode sentir o que for por essa pessoa, mas não é amor, isso não é amor!
Eu já sofri por que amei a pessoa errada, eu já disse que amava alguém que nem amava de verdade, são experiências. Sonho em encontrar um amor verdadeiro para amar a minha vida inteira e ser feliz ao lado dessa pessoa, mas não me preocupo não me desespero, só espero pacientemente essa pessoa aparecer, sei que um dia nos encontraremos.
É, acho que a vida é amor, tudo gira em torno do amor. Eu aconselho a você que seja paciente e procure ser a melhor pessoa possível, mas sempre sendo você mesmo, por que eu creio que existe uma pessoa certa pra cada pessoa, basta ter paciência para encontrá-la.
E se você sofre por ter perdido a pessoa que você ama isso é um sinal para você ver que ela não é a pessoa certa pra você, tome isso como experiência, levante a cabeça e não cometa o mesmo erro duas vezes, eu estou tentando fazer isso.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os guetos da alma

Hoje a postagem é uma recomendação, é uma divulgação e também um texto muito bom para você. É apenas uma introdução do livro "Os guetos da alma" escrito pelo pr. Wellison Magalhães, eu ainda não terminei de ler este livro, mas pelo que eu li ele é muito bom e construtivo, eu recomendo para todos.

Os guetos da alma - Introdução

Eram 2 horas da manhã. Após assistir a um programa de entrevistas na televisão, gastei alguns minutos a mais no computador. Escrevi umas poucas linhas e resolvi deitar.
O sono, porém, se ausentara. A noite, escura, se mostrava à minha frente, timidamente observada pela fresta da janela, insinuando-se por um espaço gentilmente cedido pela cortina do quarto. As horas passavam com uma lentidão irritante, capaz de tirar a paz do mais paciente dos homens.
Questões sobrevinham a minha mente, tentando roubar ainda mais a minha prejudicada noite de sono. Logo percebi que advinham as centenas de casos que não cessavam de chegar ao meu conhecimento, fosse mediante comentários de amigos, fosse dos murmúrios que pareciam atravessar as paredes das salas e dos quartos de muitas famílias, necessitadas desesperadamente de socorro, ou, ainda, pela minha própria condição humana, que, incapaz de resolver os próprios dramas, fazia coro às vozes que povoavam minha mente.
Dramas. Dezenas deles, que não param de se sobrepor à ânsia de felicidade do homem.
O século 20 foi o século dos dramas. É bem verdade que, em todos os tempos, a humanidade sempre foi agredida por experiências que marcaram dolorosamente sua historia. Ela sempre se permitiu sofre. Desde o pecado cometido pelo homem, que o distanciou completamente de Deus, que a historia humana vem registrando dramas sem fim. Nossa época, porem, traz a dor para os jornais, para as revistas, rádios e TV’s, para as vitrinas existenciais – traz o sofrimento para o primeiro plano, tornando-o registrado não apenas pelos nossos olhos, mas também pelo nosso coração, que, dia após dia, endurece diante de cenas que chocam, nos fazendo chorar e sofrer.
Será que o tempo presente é somente de sofrimento? Estaremos convivendo com pessoas inteiramente tragadas pela tragédia e pelo descontrole que, de repente, perderam a noção de que a vida pode ser muito mais do que a dor e, sim, de alegria trasbordante? Será que todos os que sofrem deflagraram uma greve diante da felicidade, assumindo um modelo de vida que faz muito mais chorar do que sorrir?
Claro que não! O sofrimento não foi feito para ser modelo de vida. O sofrimento e os dramas da vida são elementos de ensino, capazes de produzir gente com coragem para enfrentar a vida, com tudo o que a humanidade caída é capaz de produzir, e encontrar em Deus o caminho para ser feliz de verdade.
Penso, sinceramente, que este livro é para você, que tem sofrido com tantos problemas, que tem feito do travesseiro o companheiro de uma madrugada sempre muito longa. É para você que tem sofrido com a culpa olhando-o e ameaçando todos os dias revelar seus mais profundos segredos a todos, colocando-o nu diante de uma centena de outros, tanto ou mais culpados que você.
Este livro é para todo aquele que se deixou escravizar ante a inquietação da cidade. Para aquele que o termômetro não diminui e cuja pressa esvazia a possibilidade de se conhecer, de conhecer os outros e enxergar a vida com as belezas que ela tem.
É justamente para você que, talvez, venha se identificando mais com a morte do que com a vida, para aqueles que se desgostaram ou se desapaixonaram por ela e que não tem coragem, neste momento, senão de viver uma vida sem graça e sem sal, que eu resolvi escrever este livro.
Escrevi com a disposição de revelar o lado positivo do sofrimento e para, realmente e ironicamente, mas sem cinismo algum, afirmar que podemos ser felizes, mesmo passando por momentos que nos pareçam finais.
Escrevi este livro para anunciar a Graça, diante de um quadro que, abertamente, escandalosamente, somente nos fala de desgraça. Salmos 84.6 nos diz; “Ao passarem pelo vale de Baca[ou de lagrimas, ou seco], fazem dele um lugar de fontes; e as chuvas de outono também o enchem de cisternas” – ou seja, mesmo que enfrentemos a aridez do deserto, encontraremos sempre água bastante para saciar nossa tão desesperada sede. Chegaremos ao final da trilha com saúde emocional suficiente para novamente acreditarmos na vida.
Este livro é para você que tem medo da morte, da vida, do homem, de Deus. Que tem medo da parte escura de sua historia, da parte tenebrosa de suas emoções; que nunca mergulha em relacionamentos mais profundos porque uma barreira intransponível o faz recuar e cair para trás com a mesma facilidade com que se faz voar uma folha de papel.
Este livro é para você que tem andado por aí com um ar que parece sobrenatural, como se a sua vida não fosse composta de elementos puramente históricos e humanos. Exatamente você, que não leva em conta a falibilidade humana e, por isso mesmo, tripudia o próximo diante do pecado, fraqueza e da moral.
Acredito, enfim, que este texto é para você que sempre achou ser tão-somente capaz de acumular falhas e tropeços ao longo da vida; que sempre se sentiu diminuído por eventuais fracassos observados em sua caminhada ou mesmo colocados por outros sobre você, sem que jamais realmente tenham existido. Para pessoas, como você, que diariamente, e durante anos, convivem com o massacrante peso de achar que nunca irão conseguir chegar a lugar algum.
Quero informá-lo que este texto foi escrito por um pastor que tem chorado com os que choram e se angustiado diante das prisões emocionais em que muitos de meus amigos e irmãos têm estado encerrados, sem forças e sem coragem para serem libertos. Escrevi porque acredito que à luz da bíblia encontraremos sempre uma saída do túnel, por mais escuro que seja – afinal, é a própria Palavra de Deus que nos afirma ser ela lâmpada para os nossos pés, ou que ilumina os nossos passos, e luz que clareia o nosso caminho (SL 119.105).
Senti-me profundamente motivado a escrever sobre a vida porque, de fato, não há nada melhor do que a vida, quando desfrutada, em todas as suas dimensões, em Deus. A vida nos traz, constantemente, não simples gotas, mas, sim, imensa catarata de bênçãos, acontecimentos, sentimentos e emoções, que podem ser sempre muito bem vividos e aproveitados, se apoiados estivermos nos braços poderosos e generosos do Pai.
Uma das principais características dos textos sagrados é que eles nunca escondem a humanidade, tal como ela é, de ninguém. A bíblia nunca se esquiva de mostrar esquisitices, manias, pecados, depressões ou medo de quem quer que seja, mesmo de pessoas como o grande rei Davi, o notável profeta Elias ou o magnífico apóstolo Paulo. Nenhum destes, e nenhum outro, é mostrado na palavra como alguém infalível, incapaz de se envolver e de se angustiar com as mazelas produzidas pelo homem e seu pecado.  
Neste livro, percorreremos os caminhos da alma de alguém dos principais homens da Bíblia, como os já mencionados Elias, Davi e Paulo, além de Pedro, Ezequias e alguns outros de igual destaque. Trilharemos os caminhos do medo, da culpa, da solidão, da depressão e tantos outros sentimentos que atingiram em cheio esses heróis da fé. A partir de suas experiências, profundas e marcantes, saberemos, então, que não estamos tão a sós como talvez pensássemos, e que ser gente inclui aprendizado, para podermos administrar com sabedoria a personalidade que possuímos. Se a Bíblia não nos relatasse as grandes vitórias e também as muitas e impiedosas derrotas experimentadas por muitos homens e mulheres, diríamos que nos tornaríamos uma geração de gente torta, com a expectativa de viver uma vida emocional e espiritual vegetativa, sem esperança alguma no amanhã. Mas, ao abrirmos as Escrituras sagradas, vemos que Deus é soberano e sábio, incapaz de permitir que os seus sejam conduzidos às masmorras da alma sem lhes dar, nem que seja, pelo menos, um fio de esperança.
Este texto tem que ver com você, sim, na medida em que os enfrentamentos que aqui veremos esbarram em sua própria historia. Aqueles de quem iremos falar são gente como você e eu, tenha certeza disso. Por meio das personagens bíblicas focalizadas, saberemos o começo e descobriremos o final de todas as coisas.
Todas as personagens da Bíblia que enfrentaram os mais diversos dramas perceberam, no final de tudo, que “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza” e “auxilio [ou socorro] sempre presente na adversidade [ou no tempo da angústia]” (SL 46.1). Deus ainda é o mesmo, hoje e sempre, nos asseguram as Escrituras.
Vamos caminhas juntos, então, durante algumas páginas, buscando descobrir as respostas, vindas do alto, de muito alto, a fim de elevarmos a nossa alma e experimentarmos, em Deus, a saída.